Facebook limita propagandas apelativas

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NÃO, NÃO E NÃO.

Para combater propagandas do estilo varejo e melhorar a experiência dos usuários na rede, o Facebook está lançando  um novo algoritmo que identifica posts com publicidade excessiva. Ainda não se sabe como isso acontecerá, mas segundo Jon Loomer, considerado maior profissional especializado na rede social, a empresa irá se fundamentar em relatos de usuários.

A publicidade gratuita está com seus dias contados no Facebook, pois com esse novo e feroz algoritmo, que entrará em vigor em janeiro de 2015, as publicidades apelativas e “chatas” terão o alcance reduzido drasticamente.

O Facebook deu esta seguinte declaração:

“Como parte de uma pesquisa em andamento pedimos a opinião de centenas de milhares de pessoas sobre como elas se sentem sobre o conteúdo na linha do tempo. A maioria das pessoas nos disseram que queriam ver mais histórias de amigos e páginas que lhe interessam, e menos conteúdo promocional”.

Na tentativa de tornar a rede mais humana para as pessoas e mais profissional  para empresas são estabelecidos limites, pois o a concorrência por um espaço no Feed de Notícias é muito grande  e por isso a qualidade do o conteúdo é um ponto crucial. A rede social foi criada para pessoas e não para empresas o que justifica o desejo do Facebook de que as páginas das empresas pareçam cada vez mais com uma pessoa normal.

“O Feed de Notícias já é um lugar competitivo. Conforme cada vez mais pessoas e Páginas publicam conteúdos, a concorrência para aparecer nele aumenta”

Todos os dias ocorrem 1500 publicações em cada perfil de um usuário qualquer de todas essas publicações apenas 100 são lidas. Muitas informações são deixadas para trás. É uma disputa por espaço na qual os melhores sobrevivem.

Para o Facebook é Fisrt Peoples (pessoas primeiro) o seu modelo de negócio é funcional e tem como objetivo o crescimento de usuários felizes acima de tudo essa é sua lei de sobrevivência. Nesse modelo o trabalho realizado é para que o conteúdo se alinhe aos interesses particulares do consumidor e que não seja apenas propagandas e comunicações institucionais (como já dito em outro post).

Enquanto o Facebook for a maior rede social do mundo as empresas terão a necessidade de participar dele, gostando ou não.

Esta mudança não se difere muito do o Google já vem fazendo com o hummingbird   (beija flor) que modificou 90% das buscas. Hoje o buscador “obriga” as empresas a valorizarem mais o conteúdo (consequentemente os usuários) e não a venda pela venda.

Esse combate contra o spam e conteúdos fracos não é de agora, o Facebook já passou a punir os famosos “Caçadores de cliques” (Click Bait) nos quais títulos sensacionalistas automatizam rapidamente o post por levar as pessoas clicarem no link em que o conteúdo é desprovido de qualidade e não se atende ao que o título representa. O Facebook vem punindo também os conhecidos  “Caçadores de curtidas” que são abas criadas que exibem conteúdos diferentes para fãs e não fãs o que leva a pessoas curtir para ter acesso ao conteúdo desejado. A identificação dessas ações ocorre através da análise do tempo em que o visitante passa lendo a notícia e a interação que é estabelecida. Caso identificado como conteúdo desprovido de qualidade as publicações tem o alcance reduzido.

Para os profissionais especializado em social media essas alterações são excelentes, por  exigir cada vez mais  especialização da pessoa que cuida de uma fanpage levando empreendedores a abrir mais o bolso e contratar experts no assunto.

Fonte:

Adnews 

IskaDigital

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